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Expressão Escrita (EE) Aula 825 min

Erros Fatais: O Que NÃO Fazer na Expressão Escrita

IntermediárioEE
Neste artigo

Aprender com Erros é Mais Rápido do Que Estudar Teoria

Você pode passar semanas decorando regras de gramática francesa. Ou pode olhar para os erros que brasileiros cometem de verdade na prova — e cortar caminho. Este material reúne os 15 erros mais comuns que eu vi em redações de brasileiros no TCF e no TEF. Cada erro vem com o que foi escrito (errado), o que deveria ter sido escrito (correto), uma explicação do porquê está errado, e o impacto exato na nota numa escala de 20 pontos. No final, tem um texto completo cheio de erros para você praticar — e um checklist para usar antes de entregar sua redação na prova.


Categoria 1: Erros de Tradução Direta do Português

Esses são os erros que vêm do piloto automático. Você pensa em português e traduz palavra por palavra. O examinador percebe na hora.

Erro 1: Traduzir “fazer” sempre como “faire”

Em português, “fazer” serve para quase tudo. Em francês, não. Muitas expressões que usam “fazer” em português não usam “faire” em francês — e trocar um pelo outro soa completamente artificial.

Errado: Je vais faire une promenade dans le parc ce weekend.

Correto: Je vais me promener dans le parc ce week-end.

Por que está errado: Em francês, “se promener” é o verbo correto para “passear”. “Faire une promenade” existe, mas é menos natural e, em muitos contextos, soa como tradução literal. O mesmo vale para “faire une question” (errado) — o correto é “poser une question”. E “faire une fête” é menos preciso que “organiser une fête” ou “célébrer”.

Impacto na nota: Perde 1-2 pontos em vocabulário. O examinador interpreta como falta de repertório lexical.

Dica de memorização: Toda vez que for escrever “faire”, pare e pergunte: existe um verbo específico em francês para essa ação? Quase sempre existe.


Erro 2: Omitir o “ne” na negação

Em francês oral, todo mundo engole o “ne”. Mas na prova escrita, omitir o “ne” é erro gramatical. E brasileiro faz isso o tempo todo porque se acostuma com o francês falado.

Errado: Je sais pas pourquoi il est parti.

Correto: Je ne sais pas pourquoi il est parti.

Por que está errado: A negação em francês escrito formal exige obrigatoriamente as duas partes: ne…pas, ne…jamais, ne…plus, ne…rien. Omitir o “ne” é registro oral/informal e demonstra que você não domina a diferença entre escrita e fala.

Impacto na nota: Perde 1-2 pontos em gramática. Se o erro se repete no texto inteiro, o impacto é ainda maior — o examinador pode baixar a nota de coerência também, por considerar o registro inadequado.

Dica de memorização: Na prova escrita, pense sempre em “sanduíche”: ne + verbo + pas/jamais/rien/plus. Nunca sirva o sanduíche sem o pão de cima.


Erro 3: Confundir “c’est” e “il est”

Essa é clássica. Em português, “é” serve para tudo. Em francês, “c’est” e “il est” têm regras específicas e trocar um pelo outro é erro visível.

Errado: Il est important de noter que c’est un médecin.

Correto: Il est important de noter qu’il est médecin.

Por que está errado: Quando você fala de profissão sem artigo, usa-se “il est” + profissão diretamente (il est médecin, elle est professeure). “C’est” é usado com artigo ou determinante (c’est un bon médecin). Misturar as duas construções é um dos erros que mais identifica falantes de português.

Impacto na nota: Perde 1 ponto em gramática. Parece detalhe, mas acumula quando aparece várias vezes.

Dica de memorização: Se tem artigo (un, une, le, la) depois, use “c’est”. Se é profissão/nacionalidade/religião sozinha, use “il/elle est”.


Erro 4: Tradução literal de expressões idiomáticas

Expressões com “ter” em português viram “avoir” em francês na maioria dos casos — mas nem sempre da forma que você espera.

Errado: Mon fils a 10 ans. Il a des ans très importants pour son développement.

Correto: Mon fils a 10 ans. Ce sont des années très importantes pour son développement.

Por que está errado: “Avoir X ans” funciona para dizer a idade, mas “ans” (anos de idade) e “années” (anos como período de tempo) são palavras diferentes. Brasileiro traduz “anos” sempre como “ans” e ignora “années”. Outro erro comum: traduzir “ter razão” como “avoir de la raison” em vez de “avoir raison” (sem artigo).

Impacto na nota: Perde 1-2 pontos em vocabulário. O examinador vê falta de precisão lexical.

Dica de memorização: “Ans” = idade e contagem simples. “Années” = duração e período. E nas expressões com “avoir”, decore o bloco inteiro: avoir raison, avoir tort, avoir faim, avoir soif, avoir peur — sem artigo no meio.


Erro 5: Falsos cognatos que enganam brasileiros

Palavras que parecem iguais em português e francês, mas significam coisas completamente diferentes. Usar o falso cognato no texto argumentativo é fatal porque muda o sentido da frase inteira.

Errado: Actuellement, les jeunes assistent à l’université et prétendent obtenir un diplôme.

Correto: De nos jours, les jeunes fréquentent l’université et aspirent à obtenir un diplôme.

Por que está errado: Três falsos cognatos numa frase só. “Actuellement” = atualmente (no momento presente, não “na verdade” — para “na verdade”, use “en fait” ou “en réalité”). “Assister” = assistir no sentido de estar presente/presenciar, não frequentar — para “frequentar”, use “fréquenter”. “Prétendre” = alegar/afirmar (com tom de dúvida), não “pretender” — para “pretender”, use “aspirer à”, “avoir l’intention de” ou “compter”.

Impacto na nota: Perde 2-3 pontos em vocabulário. Falso cognato muda o sentido da frase, e o examinador pode penalizar também em coerência se a frase ficar incompreensível.

Dica de memorização: Faça uma lista pessoal dos 10 falsos cognatos que mais te pegam. Cole na parede. Os mais perigosos: actuellement, assister, prétendre, supporter (= suportar/aguentar, não apoiar), journée (= o dia inteiro, não jornada de trabalho).


Categoria 2: Erros de Estrutura e Organização

Esses erros não são de gramática — são de formato. E custam tão caro quanto os erros gramaticais. O examinador avalia coerência e coesão como critério separado.

Erro 6: Texto-parede sem parágrafos

Brasileiro tem mania de escrever tudo num bloco só. Em francês escrito, isso é inaceitável. Parágrafos organizam suas ideias e mostram que você sabe estruturar um raciocínio.

Errado: Um texto de 200 palavras sem nenhuma quebra de parágrafo — tudo corrido, do início ao fim.

Correto: Texto dividido em: introdução (2-3 frases) + desenvolvimento 1 (argumento a favor) + desenvolvimento 2 (argumento contra) + conclusão (2-3 frases).

Por que está errado: Sem parágrafos, o examinador não consegue identificar a estrutura do seu raciocínio. Mesmo que suas ideias estejam boas, a apresentação prejudica a nota de coerência e coesão.

Impacto na nota: Perde 2-3 pontos em coerência e coesão. É um dos erros mais caros porque afeta a impressão geral do texto.

Dica de memorização: Regra dos 4 parágrafos: Introdução + Argumento 1 + Argumento 2 + Conclusão. Sempre. Sem exceção.


Erro 7: Fórmula de saudação errada ou ausente em e-mails

Na Tâche 1 do TCF, se pedem um e-mail, você precisa abrir e fechar com as fórmulas corretas. Brasileiro esquece ou usa fórmulas inventadas.

Errado: Salut monsieur le directeur, … Bye bye, Pierre.

Correto: Monsieur le Directeur, … Je vous prie d’agréer, Monsieur le Directeur, l’expression de mes salutations distinguées.

Por que está errado: “Salut” é informal demais para um e-mail a um diretor. E a fórmula de encerramento precisa corresponder ao nível de formalidade. Para um e-mail formal: Monsieur/Madame na abertura, fórmula de politesse no fechamento. Para informal (amigo): Cher/Chère + Amicalement ou À bientôt.

Impacto na nota: Perde 1-2 pontos em respeito à consigna. Se a consigna pede um e-mail formal e você abre com “Salut”, já perdeu pontos antes de escrever o conteúdo.

Dica de memorização: Decore 2 fórmulas: uma formal (Veuillez agréer… mes salutations distinguées) e uma informal (Amicalement ou Cordialement). Use a que combina com o destinatário.


Erro 8: Não seguir a consigna (fora do tema ou faltando elementos)

A consigna diz: “Escreva um e-mail ao seu vizinho reclamando do barulho e propondo uma solução.” Se você só reclamar e não propor solução, perdeu pontos. Se escrever sobre poluição, perdeu tudo.

Errado: Escrever apenas a reclamação sem propor solução, ou mudar o tema completamente.

Correto: Abordar TODOS os elementos pedidos na consigna: reclamação + proposta de solução.

Por que está errado: Os examinadores têm uma grade de avaliação baseada nos elementos da consigna. Cada elemento que falta é ponto perdido. Desviar do tema é ainda pior — o texto pode receber nota mínima em “respeito à consigna”.

Impacto na nota: Perde 3-5 pontos em respeito à consigna. É o erro mais caro desta lista. Um texto bem escrito mas fora do tema recebe nota muito baixa.

Dica de memorização: Antes de começar a escrever, sublinhe cada elemento pedido na consigna. Depois de terminar, releia e confirme que cada elemento está presente no seu texto.


Erro 9: Exceder ou ficar muito abaixo do limite de palavras

No TCF, cada tarefa tem um limite de palavras. Ultrapassar ou ficar muito abaixo são penalizados.

Errado: A consigna pede 120-150 palavras e você escreve 80 ou 220.

Correto: Manter-se dentro da faixa pedida, com margem de 10% no máximo.

Por que está errado: Escrever de menos sugere que você não tem vocabulário suficiente. Escrever demais sugere que você não sabe ser conciso — e o examinador pode parar de ler depois do limite.

Impacto na nota: Perde 1-2 pontos em respeito à consigna. Em casos extremos (metade ou dobro das palavras pedidas), pode perder mais.

Dica de memorização: Pratique contar palavras rapidamente. Na prova, conte a cada 3-4 linhas para ter noção do ritmo. Uma linha manuscrita normal tem entre 8 e 12 palavras.


Erro 10: Conclusão ausente ou encerramento abrupto

O texto simplesmente para. Sem retomada, sem posicionamento final, sem frase de fechamento. É como uma conversa que morre no meio.

Errado: Último parágrafo apresentando mais um argumento e o texto acaba ali.

Correto: Parágrafo final que retoma a questão central, reafirma sua posição e, idealmente, abre uma perspectiva mais ampla.

Por que está errado: A conclusão é o que fica na memória do examinador. Sem ela, o texto parece incompleto. O examinador pode interpretar que você não teve tempo — o que sugere má gestão do tempo, outro ponto negativo.

Impacto na nota: Perde 1-2 pontos em coerência. Uma boa conclusão pode compensar um desenvolvimento mediano; a falta dela prejudica o texto todo.

Dica de memorização: Comece a conclusão com “En définitive”, “En somme” ou “Pour conclure”. Essas expressões forçam você a fechar o raciocínio.


Categoria 3: Erros Gramaticais que Custam Caro

Erros de gramática pura. Cada um deles é facilmente evitável se você conhece a regra — e custam pontos preciosos.

Erro 11: Trocar passé composé e imparfait

Brasileiro confunde os dois porque em português existe um só pretérito perfeito. Em francês, usar o tempo errado muda o sentido da frase.

Errado: Quand je suis arrivé à Montréal, j’ai fait froid et j’ai eu peur.

Correto: Quand je suis arrivé à Montréal, il faisait froid et j’avais peur.

Por que está errado: “Il faisait froid” (imparfait) descreve o estado/contexto — era assim quando você chegou. “J’avais peur” (imparfait) descreve um sentimento contínuo. “J’ai fait froid” e “j’ai eu peur” (passé composé) seriam ações pontuais e completas, o que não faz sentido aqui. Regra geral: imparfait para contexto, descrição e estados; passé composé para ações pontuais e completas.

Impacto na nota: Perde 2-3 pontos em gramática. Os tempos verbais do passado são um dos critérios mais avaliados, especialmente na Tâche 2 e no Texto 1 do TEF.

Dica de memorização: Imparfait = câmera de vídeo (filmando o cenário). Passé composé = câmera fotográfica (clicando uma ação).


Erro 12: Preposição errada com verbos

Em português, “pensar em” e “pensar sobre” são intercambiáveis. Em francês, “penser à” e “penser de” significam coisas diferentes.

Errado: Je pense de mon avenir et je rêve de voyager. Qu’est-ce que vous pensez à cette idée ?

Correto: Je pense à mon avenir et je rêve de voyager. Qu’est-ce que vous pensez de cette idée ?

Por que está errado: “Penser à” = pensar em (refletir sobre algo). “Penser de” = ter opinião sobre algo (usado em perguntas: Qu’est-ce que vous pensez de…?). Trocar a preposição muda o sentido. Outros verbos traiçoeiros: “jouer à” (jogar esporte/jogo) vs “jouer de” (tocar instrumento), “s’intéresser à” (nunca “s’intéresser de”).

Impacto na nota: Perde 1-2 pontos em gramática. É um erro sutil, mas examinadores de nível B2-C1 prestam atenção.

Dica de memorização: “Penser à = pensar em (o “à” lembra um “em” apontando para algo). “Penser de = opinar sobre (só em perguntas).


Erro 13: Erro de gênero em substantivos traiçoeiros

Alguns substantivos em francês têm gênero diferente do que o brasileiro espera. E erro de gênero puxa erro de concordância — um erro vira dois.

Errado: Une problème importante a été soulevée lors de cette réunion.

Correto: Un problème important a été soulevé lors de cette réunion.

Por que está errado: “Problème” é masculino em francês, embora “problema” seja feminino em espírito para muitos brasileiros (por terminar em “a” em português — mas “problema” é masculino em português também!). Outros substantivos que pegam brasileiros: “un lycée” (masculino), “un musée” (masculino), “une erreur” (feminino), “une activité” (feminino).

Impacto na nota: Perde 1-2 pontos em gramática. Cada erro de gênero geralmente causa erro de concordância em cascata (artigo + adjetivo + particípio).

Dica de memorização: Sempre aprenda o substantivo com o artigo. Não decore “problème” — decore “un problème”. Não decore “erreur” — decore “une erreur”.


Erro 14: Subjuntivo ausente ou usado incorretamente

O subjuntivo é obrigatório depois de certas expressões em francês. Brasileiro ou esquece de usar ou usa o indicativo no lugar.

Errado: Il faut que nous pouvons trouver une solution. Je souhaite que vous êtes heureux.

Correto: Il faut que nous puissions trouver une solution. Je souhaite que vous soyez heureux.

Por que está errado: Depois de “il faut que”, “je souhaite que”, “bien que”, “pour que”, “avant que” — o subjuntivo é obrigatório. “Pouvons” é indicativo; o subjuntivo de “pouvoir” é “puissions”. “Êtes” é indicativo; o subjuntivo de “être” é “soyez”. Usar indicativo depois dessas expressões é erro grave em nível B2-C1.

Impacto na nota: Perde 2-3 pontos em gramática. O uso correto do subjuntivo é um dos marcadores que diferenciam B1 de B2 na avaliação.

Dica de memorização: Decore a lista das expressões que exigem subjuntivo: il faut que, bien que, pour que, avant que, à condition que, je souhaite que, je doute que. Quando vir uma delas, acenda o alerta: subjuntivo vem a seguir.


Erro 15: Acordo do particípio passado com “être”

Com o auxiliar “être”, o particípio passado concorda em gênero e número com o sujeito. Brasileiro esquece porque em português não existe essa regra.

Errado: Elles sont allé au cinéma hier soir. Ma sœur est parti ce matin.

Correto: Elles sont allées au cinéma hier soir. Ma sœur est partie ce matin.

Por que está errado: Com “être”, o particípio concorda com o sujeito: “elles” (feminino plural) → “allées”. “Ma sœur” (feminino singular) → “partie”. Os 17 verbos que usam “être” no passé composé (aller, venir, partir, arriver, naître, mourir, etc.) e todos os verbos pronominais seguem essa regra sem exceção.

Impacto na nota: Perde 1-2 pontos em gramática. É um erro facilmente evitável e que examinadores identificam imediatamente.

Dica de memorização: Regra do “être”: o particípio “olha” para o sujeito e copia o gênero e número. Sujeito feminino? Adicione -e. Sujeito plural? Adicione -s. Feminino plural? Adicione -es.


Simulação: Texto Cheio de Erros

Leia este texto de Tâche 2 e tente encontrar os 10 erros. Depois confira a correção abaixo.

Consigna

Vous avez récemment déménagé dans une nouvelle ville. Racontez votre expérience : les difficultés rencontrées, vos premières impressions et comment vous vous êtes adapté(e). (120-150 mots)

Texto com erros (tente encontrar 10)

Salut. L’année dernière, j’ai déménagé à Montréal. Quand je suis arrivé, j’ai fait très froid et je sais pas parler français. C’est difficile de trouver un appartement parce que je suis un étranger. J’ai fait des promenades dans le quartier pour connaître la ville. Actuellement, je pense de revenir au Brésil parce que j’avais la nostalgie. Mais après quelques mois, il faut que je peux m’adapter. Ma femme est arrivé aussi et nous sommes allé découvrir la ville ensemble. Finalement, une problème que j’ai eu c’est la langue, mais avec le temps j’ai appris à parler et aujourd’hui je me sens bien ici.

Texto corrigido

Bonjour. L’année dernière, j’ai déménagé à Montréal. Quand je suis arrivé, il faisait très froid et je ne savais pas parler français. Il était difficile de trouver un appartement parce que j’étais étranger. Je me promenais dans le quartier pour connaître la ville. En réalité, je pensais à revenir au Brésil parce que j’avais la nostalgie. Mais après quelques mois, il a fallu que je puisse m’adapter. Ma femme est arrivée aussi et nous sommes allés découvrir la ville ensemble. Finalement, un problème que j’ai eu, c’était la langue, mais avec le temps j’ai appris à parler et aujourd’hui je me sens bien ici.

Lista dos 10 erros

  1. “j’ai fait très froid”“il faisait très froid” — Erro 11 (passé composé vs imparfait para descrever contexto)
  2. “je sais pas”“je ne savais pas” — Erro 2 (negação sem “ne”) + tempo verbal errado
  3. “C’est difficile”“Il était difficile” — Erro 3 (“c’est” vs “il est” + tempo verbal)
  4. “je suis un étranger”“j’étais étranger” — Erro 3 (profissão/status sem artigo com “il est/j’étais”)
  5. “J’ai fait des promenades”“Je me promenais” — Erro 1 (“faire” em vez do verbo específico) + imparfait para hábito
  6. “Actuellement”“En réalité” — Erro 5 (falso cognato)
  7. “je pense de revenir”“je pensais à revenir” — Erro 12 (preposição errada)
  8. “il faut que je peux”“il a fallu que je puisse” — Erro 14 (subjuntivo obrigatório)
  9. “Ma femme est arrivé” / “nous sommes all锓est arrivée” / “sommes allés” — Erro 15 (acordo do particípio com “être”)
  10. “une problème”“un problème” — Erro 13 (gênero errado)

Checklist Anti-Erros

Use esta lista antes de entregar qualquer texto na prova. Passe por cada item e confirme.

  • Consigna: Reli a consigna e meu texto aborda TODOS os elementos pedidos
  • Contagem de palavras: Meu texto está dentro da faixa de palavras exigida (com margem de 10%)
  • Parágrafos: Meu texto tem pelo menos 3 parágrafos distintos (introdução, desenvolvimento, conclusão)
  • Negações: Todas as negações têm as duas partes (ne…pas, ne…jamais, ne…rien, ne…plus)
  • Tempos verbais: Descrições e contextos estão no imparfait; ações pontuais no passé composé
  • Acordo com “être”: Todos os particípios passados com “être” concordam com o sujeito em gênero e número
  • Gênero dos substantivos: Verifiquei o gênero dos substantivos que tenho dúvida (un problème, une erreur, un lycée)
  • Fórmulas de saudação: Se é um e-mail, a abertura e o fechamento correspondem ao nível de formalidade
  • Falsos cognatos: Reli buscando “actuellement”, “assister”, “prétendre”, “supporter” — estou usando no sentido francês?
  • Conclusão: Meu texto tem um encerramento claro com retomada da questão central

Revisão Rápida

Esta revisão inclui questões de: Banco de Argumentos

Revisão — inclui: Banco de Argumentos

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